Diante da enxurrada de conteúdos, lives e demandas pelas nossas agendas e por atenção, nunca foi tão necessário termos algum tipo de curadoria sobre o campo do impacto.

Pois bem. Tentei fazer isso aqui, de forma absolutamente despretensiosa, artesanal e longe de qualquer “linha editorial”. Na realidade, o único sentimento que me guiou foi o de compartilhar leituras que venho fazendo desde o ano passado, todas numa linha mais crítica e menos óbvia.

Convém ressaltar, portanto, que todos estes conteúdos foram produzidos antes da pandemia, mas, mesmo assim, lendo e ouvindo-os novamente, nota-se o quanto seguem atuais e presentes, em suas essências. Aí vão eles. Espero que o(a) leitor(a) aproveite.

Dica: clique nos ícones para acessar os conteúdos mencionados. 

Como tornar oportunidades e pipelines de impacto mais inclusivos e diversos?
Este texto traz boas reflexões sobre esse tema quente.

Repensando alguns fundamentos das finanças sociais, como:
(A) Quando empreendedorismo social é a melhor maneira de resolver um problema social?
(B) Como impedir que as finanças sociais perpetuem os erros das finanças tradicionais, particularmente sua natureza extrativa?

Sobre fundações serem mais doadoras e “encherem menos a paciência” de projetos e organizações apoiadas. Uma maneira de deixar estas gerirem suas iniciativas de impacto, sem serem meros fornecedores de grandes investidores sociais.

Sobre outros “tons” na indústria do investimento de impacto. Estas reflexões são feitas com ênfase em Arte e Economia Criativa.

A filantropia está, de fato, transformando algo?
Ótima provocação feita por esta plataforma de conteúdo sobre impacto social da Índia.

Podcast: dinheiro contaminado pode gerar bem comum?
Um debate do ano passado, mas bastante necessário neste momento de recorde de doações solidárias. Em alguns casos, o manto do compliance parece zerar qualquer origem negativa de recursos que passam a serem doados para “boas causas”. Afinal, a origem destes recursos também não seria aspecto fundamental desta discussão?

Peço desculpas ao leitor(a) da Aupa por todos os conteúdos serem em inglês.

Eu também tenho que me esforçar em dobro para ler e ouvir todos com meu inglês macarrônico, mas, infelizmente, são poucos os espaços no Brasil que se esforçam, como a Aupa, em produzir e publicar conteúdos sobre impacto social, em uma linha não trivial e com visões mais críticas.

Boas leituras!

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